domingo, 25 de outubro de 2009

Pensamento e Neurotransmissores

Prezados Irmãos e Irmãs,

tudo bem? Fiz uma breve síntese (também) relacionada com a aula de 23/09/2009. As informações seguintes foram retiradas do livro “Autodescobrimento – uma busca interior”, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco.

Um abraço,
Marcello
* * *

"O pensamento é exteriorização da mente, que independe da matéria e por sua vez é originada no Espírito. O Espírito possui a faculdade mental que expressa o pensamento em todas as direções, utilizando-se do cérebro humano para comunicar suas idéias com as demais pessoas. Disciplinar e edificar o pensamento através da fixação da mente em idéias superiores da vida, do amor, da arte elevada, do bem, da imortalidade, constitui o objetivo moral da reencarnação, de modo que a plenitude, a felicidade seja a conquista a ser lograda. Pensar bem é fator de vida que propicia o desenvolvimento, a conquista da Vida. O cérebro, na sua função de instrumento, reage conforme os imperativos da mente que por ele se exterioriza.
O perispírito modela o organismo de que o Espírito tem necessidade, equipando-o com os neurotransmissores cerebrais capazes de refletir os fenômenos-resgate indispensáveis para o equilíbrio. Dessa forma, cada ser em desenvolvimento na Terra possui o corpo que lhe é necessário para a evolução. A maneira como se conduza – exceção feita nos processos psiconeuróticos graves, quais o autismo, a esquizofrenia e outros equivalentes – responderá pela recuperação da saúde mental, ou permanência na alienação, ou agravamento da mazela. Nunca se deve esquecer que, qualquer indivíduo incurso em transtornos psíquicos de comportamento, como ocorre em outras problemáticas geradoras de sofrimentos, é o devedor em processo de resgate, é consciência culpada que busca tranqüilidade. Para serem bem sucedidos, os mecanismos terapêuticos deverão alcançar o ser real, espiritual, propondo-lhe mudança de atitude interior e conduta mental, desse modo renovando-se, dispondo-se ao prosseguimento de uma existência útil. Caso contrário, as recidivas contínuas levarão o paciente à deterioração psicológica com a irreversibilidade patológica. As descargas mentais odientas penetram nas correntes nervosas dos neurotransmissores e estimulam a eliminação de substâncias excessivas ou provocam alterações escassas, significativas nos processos psicopatológicos."

Um comentário:

  1. O texto selecionado pelo Marcello é esclarecedor. Se surgir algo mais, vamos trazer para dentro da página. Parabéns, Marcello, pela contribuição. Outras serão bem vindas.
    Carlos

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